top of page
Buscar


O Nome como Gesto de (Re)Criação e o seu Peso no Judaísmo
A identidade não é uma soma, tampouco um dado fixo. Pensá-la como equação simples é aplicar à vida uma lógica que funciona nos números, mas falha no campo do ser, onde linguagem, tempo e relação se entrelaçam. Na experiência humana, a ordem importa. O modo como alguém é chamado importa. Alterar a ordem de um nome não é gesto neutro: é tocar na estrutura pela qual a pessoa é reconhecida e, muitas vezes, aprende a se reconhecer. Nome não é detalhe. Ele organiza o campo de relaç

Isabella Hadassah
3 de fev.3 min de leitura


Ser Luz em Tempos de Corações Endurecidos: A Lição de Beshalach
A parashat Beshalach da semana que passou, e estamos muito fartos de conhecimento sobre ela. Nós temos outros três artigos que foram publicados e que saíram na semana passada sobre esta parasha. E, eu creio que seja importante a gente ver e aconselho vocês todos a lê-los. Tem muito conhecimento, que é importante, é bom, amplia o nosso conhecimento. Bashalach, essa palavra em hebraico, quer dizer enviar, mandar embora, soltar. São todos adjetivos que a gente poderia traduzir a
Charton Baggio Scheneider
1 de fev.15 min de leitura


Conversão deslegitima - Parte II
Por que espectadores externos buscam deslegitimar a origem por conversão? “Conversão” como arma ideológica moderna Muita gente não discute conversão para entender judaísmo — discute para negar judaísmo. As categorias raciais usadas contra os judeus não nasceram no judaísmo, mas na Europa moderna. Apesar da posição judaica clara, a noção de “conversão” passou a ser usada, sobretudo a partir dos séculos XIX e XX, como instrumento político de deslegitimação. Não se trata de um d

Alberto Paulino de Mello Neto
30 de jan.2 min de leitura


Sermão para Parashat Beshalach
Parashat Beshalach narra uma história de movimento: um povo que finalmente deixa para trás a escravidão e começa a caminhar rumo ao desconhecido. Os israelitas saem apressadamente do Egito, o exército do faraó os persegue, o mar ainda se encontra diante deles e o medo paira no ar. E, no entanto, em meio a essa fuga dramática, a Torá faz uma pausa para nos contar algo silencioso e profundamente intencional: “E Moisés levou consigo os ossos de José, pois José havia feito os fil

Rabino Jacques Cukierkorn
30 de jan.3 min de leitura


A Fé em Movimento: Lições da Parash Beshalach
A euforia da liberdade é, muitas vezes, fugaz. Para os Filhos de Israel, recém-saídos de séculos de escravidão no Egito, essa verdade se manifestou de forma aterrorizante. A celebração da libertação deu lugar ao pânico absoluto. À sua frente, as águas intransponíveis do Mar Vermelho; atrás, o rugido implacável do exército do Faraó, uma lembrança visceral de que o passado nem sempre nos deixa ir facilmente. Encurralados, fizeram o que parecia ser a única coisa possível: clamar

Dr. Luiz Antônio Araújo de Souza
29 de jan.4 min de leitura


Parashat Beshalach - Êxodo 13:17-15:26 (Calendário Trienal)
Entre o Mar e a Memória: Beshalach, Shoá e a Responsabilidade de Lembrar Na Parashat Beshalach, observamos que o coração do faraó endureceu mais uma vez após a libertação dos hebreus. Com o seu orgulho ferido e o medo de perder o controle, o líder egípcio muda de ideia e, novamente, decide resgatar a sua “coroa” através da opressão. Essa mudança não acontece no vazio, mas nasce de uma lógica perigosa: quando a liberdade do próximo é vista como ameaça. O que nos lembra que a

Mayra Luanna
29 de jan.3 min de leitura
bottom of page
