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Ser Luz em Tempos de Corações Endurecidos: A Lição de Beshalach
A parashat Beshalach da semana que passou, e estamos muito fartos de conhecimento sobre ela. Nós temos outros três artigos que foram publicados e que saíram na semana passada sobre esta parasha. E, eu creio que seja importante a gente ver e aconselho vocês todos a lê-los. Tem muito conhecimento, que é importante, é bom, amplia o nosso conhecimento. Bashalach, essa palavra em hebraico, quer dizer enviar, mandar embora, soltar. São todos adjetivos que a gente poderia traduzir a
Charton Baggio Scheneider
1 de fev.15 min de leitura


Conversão deslegitima - Parte II
Por que espectadores externos buscam deslegitimar a origem por conversão? “Conversão” como arma ideológica moderna Muita gente não discute conversão para entender judaísmo — discute para negar judaísmo. As categorias raciais usadas contra os judeus não nasceram no judaísmo, mas na Europa moderna. Apesar da posição judaica clara, a noção de “conversão” passou a ser usada, sobretudo a partir dos séculos XIX e XX, como instrumento político de deslegitimação. Não se trata de um d

Alberto Paulino de Mello Neto
30 de jan.2 min de leitura


Sermão para Parashat Beshalach
Parashat Beshalach narra uma história de movimento: um povo que finalmente deixa para trás a escravidão e começa a caminhar rumo ao desconhecido. Os israelitas saem apressadamente do Egito, o exército do faraó os persegue, o mar ainda se encontra diante deles e o medo paira no ar. E, no entanto, em meio a essa fuga dramática, a Torá faz uma pausa para nos contar algo silencioso e profundamente intencional: “E Moisés levou consigo os ossos de José, pois José havia feito os fil

Rabino Jacques Cukierkorn
30 de jan.3 min de leitura


A Fé em Movimento: Lições da Parash Beshalach
A euforia da liberdade é, muitas vezes, fugaz. Para os Filhos de Israel, recém-saídos de séculos de escravidão no Egito, essa verdade se manifestou de forma aterrorizante. A celebração da libertação deu lugar ao pânico absoluto. À sua frente, as águas intransponíveis do Mar Vermelho; atrás, o rugido implacável do exército do Faraó, uma lembrança visceral de que o passado nem sempre nos deixa ir facilmente. Encurralados, fizeram o que parecia ser a única coisa possível: clamar

Dr. Luiz Antônio Araújo de Souza
29 de jan.4 min de leitura


Parashat Beshalach - Êxodo 13:17-15:26 (Calendário Trienal)
Entre o Mar e a Memória: Beshalach, Shoá e a Responsabilidade de Lembrar Na Parashat Beshalach, observamos que o coração do faraó endureceu mais uma vez após a libertação dos hebreus. Com o seu orgulho ferido e o medo de perder o controle, o líder egípcio muda de ideia e, novamente, decide resgatar a sua “coroa” através da opressão. Essa mudança não acontece no vazio, mas nasce de uma lógica perigosa: quando a liberdade do próximo é vista como ameaça. O que nos lembra que a

Mayra Luanna
29 de jan.3 min de leitura


Autobiografia de D
Esta é a autobiografia de D, vamos chama-lo assim para o preservar. D é nascido em 26 de outubro de 1996, em uma noite de sábado, às 22:50, sob horário de verão, no hospital do Ipiranga, em São Paulo. Sua mãe baiana, e seu pai pernambucano. Em suas palavras: Acredito que nascemos com uma missão e um chamado dados por Deus, mas pela densidade de pecados em nosso mundo material, somos compelidos para longe deles e temos que trilhar um caminho, muitas vezes árduo, para encontrá-

Brit Bracha Brasil
29 de jan.5 min de leitura


O Segredo Judaico para Fazer Dinheiro - Parte 2
Parte 2 — Esta é uma série sobre dinheiro, Judaísmo e o que quase nunca é dito A Kabbalah nunca ensinou a ganhar dinheiro (Ela ensinou algo bem mais perigoso) Antes de continuar, é importante dizer claramente: este texto faz parte de uma série. Nada aqui foi escrito para funcionar sozinho, nem para entregar conclusões rápidas. A tradição que estamos explorando não ensina por atalhos — e o dinheiro, menos ainda. Quando se fala em Kabbalah e dinheiro, quase sempre se espera uma

Reginaldo Eugenio Ramos Teodoro
27 de jan.2 min de leitura


Sexo e Judaísmo — Parte III
Há um ponto em que o ritual já não basta. A Chuppah ficou para trás, as bênçãos foram ditas, o vidro foi quebrado. A comunidade se dispersa. O que resta agora não é mais símbolo público, mas vida. É nesse espaço silencioso, longe do olhar coletivo, que o judaísmo começa a falar de algo ainda mais exigente. Porque o problema nunca foi apenas o que fazemos, mas como estamos quando fazemos. A tradição judaica sempre desconfiou do gesto automático. Da ação que acontece sem presen

Reginaldo Eugenio Ramos Teodoro
23 de jan.3 min de leitura


Todo muçulmano deveria ser sionista - você vai entender o porquê!
Israel é um país pequeno em território e população, mas com conquistas e contribuições notavelmente desproporcionais em saúde, ciência, tecnologia e valores democráticos. Nesta análise, apresentamos fatos que evidenciam o papel positivo de Israel – e do povo judeu em geral – para a humanidade, desmontando mitos anti-semitas e destacando que até mesmo cidadãos árabes e muçulmanos desfrutam de liberdade plena na única democracia estável do Oriente Médio. Também revisamos os esf

Reginaldo Eugenio Ramos Teodoro
21 de jan.18 min de leitura


Parashat Bo (Êxodo 10:7-11)
A porção de hoje, que descreve os servos do Faraó que o aconselham a deixar os hebreus partirem e ele se recusa de forma obstinada, oferece ricas reflexões espirituais e contemporâneas que podem ser integradas às nossas vidas. 1. A Complexidade do Livre Arbítrio e da Responsabilidade A teimosia do Faraó, mesmo quando seus próprios conselheiros apontam para a destruição do Egito, é um poderoso símbolo do livre arbítrio. Ele escolhe ativamente endurecer seu coração. Reflexã

Dr. Luiz Antônio Araújo de Souza
21 de jan.3 min de leitura


Parashat Vaera: Os Barcos que Deus nos Envia
Neste shabat passado, terminamos a leitura da Parashat Shemot (שְׁמוֹת) com um gosto amargo na boca. Mosheh (מֹשֶׁה), nosso maior líder, estava quebrado. Ele tinha feito tudo o que Deus pediu, foi ao Faraó, pediu liberdade, e o resultado? O trabalho aumentou. A escravidão piorou. Ele volta para Deus e pergunta, quase gritando: "Lamah areotah la'am hazeh?" (לָמָה הֲרֵעֹתָה לָעָם הַזֶּה) — "Por que fizeste mal a este povo?". Eu sei que muitos de vocês sentiram isso essa semana.

Reginaldo Eugenio Ramos Teodoro
21 de jan.5 min de leitura


Conversão deslegitima? - Parte I
Judaísmo como povo-civilização e a desconstrução de mitos modernos Se “judeu” fosse uma “raça”, conversão seria um problema. Mas no judaísmo, aquilo que se chama de conversão sempre foi parte da história — e, quando válida, é pertencimento total. Gerut não é mudança de crença individual, mas incorporação formal ao povo judeu segundo lei e tradição. Gerut no judaísmo contemporâneo e o paralelo com Maimônides Primeiramente, é necessário esclarecer um ponto conceitual central:

Alberto Paulino de Mello Neto
20 de jan.2 min de leitura


Judaísmo no Brasil VS Religião Tradicional: Qual é a melhor para entender a cultura? Entrevista com Charton Baggio, líder nacional da Brit Bracha Brasil
Se você já ouviu falar da Brit Bracha Brasil, provavelmente também já se perguntou como ela funciona, quem pode participar e o que realmente significa viver um judaísmo acessível no mundo de hoje. E se você ainda não a conhece bem, essa entrevista com Charton Baggio, líder nacional da instituição, é uma porta de entrada direta para esse universo. Logo no início da conversa, Charton se apresenta de forma simples, quase desarmante. Em vez de títulos ou formalidades, ele se defi

Brit Bracha Brasil
18 de jan.3 min de leitura


Perguntas que quase nunca fazem a um rabino- com o Rabino Jacques Cukierkon: A Entrevista
O que é ser judeu hoje? Existe céu e inferno no judaísmo? Questionar Deus enfraquece ou fortalece a fé? Essas e muitas outras perguntas aparecem em uma conversa profunda, provocadora e, em vários momentos, surpreendentemente leve com o Rabino Jacques Cukierkorn, da Brit Bracha Brasil. Logo no início da entrevista, o rabino se apresenta de forma que já quebra expectativas. Ao falar sobre sua trajetória, ele destaca que seu trabalho sempre esteve ligado à inclusão, ao acolhimen

Brit Bracha Brasil
16 de jan.2 min de leitura


Sexo e Judaísmo — Parte II
Sob a Chuppah: aliança, fragilidade e o que o desejo não pode esquecer Há um momento, em todo casamento judaico, em que o tempo parece desacelerar. O casal está sob a Chuppah. Não há paredes, não há portas, não há fechamento. Apenas um teto sustentado, aberto aos lados, exposto. Aquilo que está sendo criado ali não se esconde do mundo. E isso não é acidental. É ensinamento. A Chuppah não simboliza apenas um casamento. Ela simboliza uma ideia de casa. Uma casa que nasce aberta

Reginaldo Eugenio Ramos Teodoro
16 de jan.3 min de leitura


O Segredo Judaico para Fazer Dinheiro - Parte 1
Existe uma curiosa obsessão moderna por respostas rápidas. Fórmulas. Hacks. Métodos secretos. Especialmente quando o tema é dinheiro. Mas talvez a pergunta correta não seja como fazer dinheiro — e sim o que o dinheiro está perguntando sobre quem o busca. A tradição judaica raramente começa oferecendo respostas. Ela começa criando tensão. A Torah não se inicia com um código moral explícito nem com promessas de prosperidade. Ela começa com um mundo incompleto, um caos que vai s

Reginaldo Eugenio Ramos Teodoro
13 de jan.4 min de leitura


Sexo e Judaísmo -- Parte I
Há perguntas que o judaísmo se recusa a responder de imediato. E talvez essa recusa seja a sua forma mais honesta de sabedoria. Quando se pergunta o que o judaísmo “diz” sobre sexo, espera-se algo direto: normas, permissões, proibições, talvez uma moral clara e classificável. Mas a tradição judaica não começa respondendo. Ela começa deslocando a pergunta. Antes de falar de desejo, fala de solidão. Antes de legislar sobre o corpo, descreve uma fratura. Logo no início da Torah,

Reginaldo Eugenio Ramos Teodoro
9 de jan.3 min de leitura


O Nome como Gesto de (Re)Criação e o seu Peso no Judaísmo
A identidade não é uma soma, tampouco um dado fixo. Pensá-la como equação simples é aplicar à vida uma lógica que funciona nos números, mas falha no campo do ser, onde linguagem, tempo e relação se entrelaçam. Na experiência humana, a ordem importa. O modo como alguém é chamado importa. Alterar a ordem de um nome não é gesto neutro: é tocar na estrutura pela qual a pessoa é reconhecida e, muitas vezes, aprende a se reconhecer. Nome não é detalhe. Ele organiza o campo de relaç

Isabella Hadassah
8 de jan.3 min de leitura


Chanukah - 2025
Estamos em Chanukah, a Festa das Luzes! Neste dia, celebramos um milagre, quando após a Guerra dos Macabeus, quando os judeus venceram os gregos, houve a rededicação do Templo. Ao buscarem óleo santificado para acenderem a menorah (o candelabro judaico) encontraram apenas uma pequena quantidade, suficiente para um único dia. Porém, milagrosamente, o óleo se multiplicou, sendo suficiente para oito dias. Provavelmente, você já conhece essa história. Mas o que ela pode nos ensin

David Lisboa
15 de dez. de 20252 min de leitura


Resumo livro "Judaísmo Acessível" - Rabino Jacques Cukierkorn
O livro começa apresentando a história do João, um jovem que teve contato com uma comunidade judaica juvenil e que, vindo do Nordeste para São Paulo, buscava afirmar sua identidade como judeu, descendente de criptojudeus. Ele carregava consigo tradições familiares antigas, práticas preservadas em segredo por séculos, mas, ao tentar entrar de forma oficial no mundo judaico, enfrentou muitas dificuldades em ser aceito. O Rabino usa essa história inicial para explicar a realidad

Filipe de Sá Parisi
4 de dez. de 20258 min de leitura
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