O ano novo das árvores

O ser humano esta se tornando um ser cada vez mais individual. O coletivo é cada vez mais deixado de lado. O que vale mais a pena do que nós mesmos não é verdade. A empatia ainda é um tema distante dos grandes centros urbanos.

Um dos problemas do individualismo humano é a falta de cuidado, não consigo mesmo, mas em relação ao coletivo. E dentre os temas do cuidado coletivo, devemos lembrar do meio ambiente, pois, não existe cuidado coletivo humano se não há o cuidado com a casa onde vivemos.

De que adianta cuidar de si mesmo e não cuidar da casa onde vivemos?

No último dia 25 de janeiro, ocorreu para nós judeus uma data muito importante: O ano novo das árvores! Antigamente, a data fazia referência aos dízimos dos frutos, é também um período onde ocorre as épocas de colheitas em Israel. Segundo a Mishná, esta data servia tanto para a proibição de se utilizar os frutos das árvores em seus três primeiros anos de colheita quanto para a apresentação do dízimo do quarto ano das colheitas das árvores.

Com a dispersão de judeus após o período de cruzadas no século XI, esta comemoração quase caiu em esquecimento, porém, comunidades asquenazim européias mantiveram a data em suas comemorações.

O movimento sionista do século XIX buscou também restaurar os costumes do Ano novo das árvores, quando uma comunidade de judeus moradores da galiléia comemoraram pela primeira vez a data com o plantio de árvores, o que se tornou uma tradição.

Essa iniciativa veio a levar em 1901 a criação do Keren Kayemet LeIsrael (Fundo Nacional Judaico), organização que visava a recuperação produtiva de muitos terrenos em Israel, é importante lembrar também que a KKL, é considerada por muitos como a primeira organização ambientalista moderna.

Atualmente, o Ano novo das árvores não é um feriado em Israel, mas é lembrado, sobretudo nas escolas onde se ministram palestras sobre o meio ambiente, promove-se o plantio de árvores pelos próprios alunos, ou seja, cultiva-se o meio ambiente e cultiva-se a consciência dos novos seres humanos.

Mas as celebrações não e a conscientização não se restringem somente a Israel. É costume nas congregações com foco progressista contemporâneas se realizar um Seder de Tu b’Shevat, semelhante ao Seder de Pessach, com a leitura de histórias sobre a natureza e a importância da preservação do meio-ambiente.

Também são levados à mesa alimentos naturais, dando-se preferência àqueles que existem em Israel, como alfarroba (espécie de vagem), trigo, cevada, uvas, figos, romã, azeitonas, tâmaras, amêndoas, castanhas, maçãs, pêras, azeite e mel."

O criador, no seu plano de criação, quis criar o ser humano, mas antes, criou para ele uma casa, onde tudo o que nela reside seria tão somente de usufruto do homem, mas também uma forma de enxergarmos no meio ambiente, a face do criador, sumo bem e reflexo de perfeição em tudo o que realiza.

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